Meta na sua cabeça

18/7/2012 - Psicólogo Pedrosa Responde: Namoro uma menina mas me masturbo pensando em homens, o que faço?
   

Meu nome é Diego, tenho 23 anos e moro em Belo Horizonte. Estou tendo um grande problema quanto as minhas relações sexuais e gostaria que o senhor pudesse me ajudar. Sempre me orientei para o lado homossexual apesar de nunca me assumir e nem dar tanta "pinta" de gay. Aliás, nunca aceitei isso e sempre tentei lutar contra o homossexualismo. Sempre me masturbei pensando em homens apesar de nunca ter tido uma relação sexual, nem com homens, nem com mulheres.

Quando completei 21 anos, tentei manter minha primeira relação sexual (é isso mesmo, tentei perder a virgindade aos 21 anos), obviamente com um homem já que sempre sentia mais atração por eles, no entanto "broxei" e não consegui fazer nada, começava aí a surgir uma grande dúvida em minha cabeça, passado algum tempo tentei novamente manter uma relação sexual com outro rapaz, novamente "broxei", pensei que fosse o incomodo pela camisinha, sendo assim tirei, e tentei mas não adiantou. Com isso pensei eu, será que sou passivo? tentei manter a relação sexual como passivo no entanto também não resolveu, foi péssima a experiência e não tive ereção.

Atualmente estou namorando com uma garota é a minha primeira namorada mulher, assim como acontecia com os garotos a qual fiquei, quando fico perto dela, abraço ou a beijo tenho ereção. Os sentimentos que eu tenho por ela é muito maior, não consigo ficar sem falar com ela por uma hora que seja, é muito bom beijar ela. No entanto também tenho que ressalvar que continuo me masturbando pensado em homens.
Diego (Belo Horizonte - MG)

De acordo com o seu relato, posso analisar que poderá existir um comportamento de fuga/esquiva da sua homossexualidade. Parece que você não aceita a sua orientação sexual homossexual. Aliás, este fato é muito comum. Vivemos num ambiente onde a homossexualidade é muito condenada. Ao mesmo tempo que tivemos muitas avanços na aceitação dessa orientação em vários setores da sociedade, a prática cultural da homofobia é muito forte. As lideranças religiosas, salvo raras exceções, organizam verdadeiras cruzadas contra os gays.

As famílias brasileiras respiram e vivem num ambiente homofóbico e, os gays, desde a mais tenra idade, percebem que se expressarem a sua orientação sexual não serão aceitos. A regra heteronormativa é ter uma namorada e casar. Então, muito gays ficam controlados por esta regra e chegam a se apaixonar pela namorada. Paixão no sentido de que ela é uma boa pessoa, na verdade uma amiga, mas nunca será uma boa amante. O verdadeiro desejo é por um homem e não por uma mulher.

Penso que isso acontece com você. Você chega a relatar que se masturba pensando num homem. Esta é uma prova cabal da sua possível homossexualidade, pois um homem heterossexual não se masturba pensando noutro homem. Com relação a você não ter ereção nas relações sexuais com um gay o que provavelmente acontece é a sua não aceitação. Na hora da relação fica tenso e um estado corporal chamado ansiedade impede que tenha a ereção. 

Já com a sua namorada você a beija e como não se encontra ansioso consegue ter a ereção, pois não faz "algo errado" beijando ou namorando ela. Como você não deve ter uma vida sexualmente ativa, privando-se de sexo, o beijo na sua namorada elicia a ereção peniana por causa dessa privação. Provavelmente, se saciasse o sexo com outro homem esta ereção com a sua namorada teria uma magnitude menor ou não existiria.

Alguns gays casam e no começo do casamento até conseguem ereções, mas com o tempo vai rareando e ele vai buscar o reforço sexual com outro homem. No mais, Diego, procure ajuda com um psicólogo para que você resolva este impasse na sua vida. Boa sorte.

*João Batista Pedrosa é psicólogo (CRP 06/31768-3) e autor do livro "Segundo Desejo" (Iglu). Envie suas dúvidas e perguntas para pedrosa@syntony.com.br. Acesse também seu site.

18/7/2012 - Psicólogo Pedrosa Responde: Namoro uma menina mas me masturbo pensando em homens, o que faço?
   

Meu nome é Diego, tenho 23 anos e moro em Belo Horizonte. Estou tendo um grande problema quanto as minhas relações sexuais e gostaria que o senhor pudesse me ajudar. Sempre me orientei para o lado homossexual apesar de nunca me assumir e nem dar tanta "pinta" de gay. Aliás, nunca aceitei isso e sempre tentei lutar contra o homossexualismo. Sempre me masturbei pensando em homens apesar de nunca ter tido uma relação sexual, nem com homens, nem com mulheres.

Quando completei 21 anos, tentei manter minha primeira relação sexual (é isso mesmo, tentei perder a virgindade aos 21 anos), obviamente com um homem já que sempre sentia mais atração por eles, no entanto "broxei" e não consegui fazer nada, começava aí a surgir uma grande dúvida em minha cabeça, passado algum tempo tentei novamente manter uma relação sexual com outro rapaz, novamente "broxei", pensei que fosse o incomodo pela camisinha, sendo assim tirei, e tentei mas não adiantou. Com isso pensei eu, será que sou passivo? tentei manter a relação sexual como passivo no entanto também não resolveu, foi péssima a experiência e não tive ereção.

Atualmente estou namorando com uma garota é a minha primeira namorada mulher, assim como acontecia com os garotos a qual fiquei, quando fico perto dela, abraço ou a beijo tenho ereção. Os sentimentos que eu tenho por ela é muito maior, não consigo ficar sem falar com ela por uma hora que seja, é muito bom beijar ela. No entanto também tenho que ressalvar que continuo me masturbando pensado em homens.
Diego (Belo Horizonte - MG)

De acordo com o seu relato, posso analisar que poderá existir um comportamento de fuga/esquiva da sua homossexualidade. Parece que você não aceita a sua orientação sexual homossexual. Aliás, este fato é muito comum. Vivemos num ambiente onde a homossexualidade é muito condenada. Ao mesmo tempo que tivemos muitas avanços na aceitação dessa orientação em vários setores da sociedade, a prática cultural da homofobia é muito forte. As lideranças religiosas, salvo raras exceções, organizam verdadeiras cruzadas contra os gays.

As famílias brasileiras respiram e vivem num ambiente homofóbico e, os gays, desde a mais tenra idade, percebem que se expressarem a sua orientação sexual não serão aceitos. A regra heteronormativa é ter uma namorada e casar. Então, muito gays ficam controlados por esta regra e chegam a se apaixonar pela namorada. Paixão no sentido de que ela é uma boa pessoa, na verdade uma amiga, mas nunca será uma boa amante. O verdadeiro desejo é por um homem e não por uma mulher.

Penso que isso acontece com você. Você chega a relatar que se masturba pensando num homem. Esta é uma prova cabal da sua possível homossexualidade, pois um homem heterossexual não se masturba pensando noutro homem. Com relação a você não ter ereção nas relações sexuais com um gay o que provavelmente acontece é a sua não aceitação. Na hora da relação fica tenso e um estado corporal chamado ansiedade impede que tenha a ereção. 

Já com a sua namorada você a beija e como não se encontra ansioso consegue ter a ereção, pois não faz "algo errado" beijando ou namorando ela. Como você não deve ter uma vida sexualmente ativa, privando-se de sexo, o beijo na sua namorada elicia a ereção peniana por causa dessa privação. Provavelmente, se saciasse o sexo com outro homem esta ereção com a sua namorada teria uma magnitude menor ou não existiria.

Alguns gays casam e no começo do casamento até conseguem ereções, mas com o tempo vai rareando e ele vai buscar o reforço sexual com outro homem. No mais, Diego, procure ajuda com um psicólogo para que você resolva este impasse na sua vida. Boa sorte.

*João Batista Pedrosa é psicólogo (CRP 06/31768-3) e autor do livro "Segundo Desejo" (Iglu). Envie suas dúvidas e perguntas para pedrosa@syntony.com.br. Acesse também seu site.

16/7/2012 - EUA aprovam a primeira pílula de prevenção ao vírus da Aids
   

Fabricado pelo laboratório Gilead Sciences, o Truvada se torna a primeira pílula aprovada pelo FDA – órgão do governo americano que controla drogas e alimentos - para ajudar a prevenir o HIV em grupos com risco diferenciado para a infecção.

O medicamento, que é encontrado no mercado americano desde 2004 para o tratamento de portadores do HIV e recentemente foi licenciado para o Brasil, agora também passa a ser recomendado para pessoas soronegativas que apresentem um alto risco de contágio.

A decisão acontece após testes apontarem uma redução de 44% a 73% no risco de aquisição do HIV em homens que fazem sexo com homens. "O Truvada é para ser utilizado na profilaxia prévia à exposição, em combinação com práticas de sexo seguro, para prevenir as infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco. O Truvada é o primeiro remédio aprovado com esta indicação", declarou o FDA.

A droga deverá ser indicada a homens gays, travestis e outros homens que fazem sexo com outros homens, já que os estudos mais conclusivos dizem respeito a este grupo. “As demais pesquisas, como a com profissionais do sexo ou com casais discordantes [em que um parceiro tem o vírus e outro não], por exemplo, ainda não foram conclusivas", declarou o infectologista Ricardo Shobbie Diaz, responsável pelo estudo.

16/7/2012 - "Eu fui consumido pela cocaína", declara Elton John
   

Em entrevista a rede americana NBC, o cantor Elton John, 65, declarou que perdeu uma boa parte de sua vida para o "álcool e as drogas".
Casado com David Furnish e pai de Zachary, de 2 anos, Elton revelou que se sente sortudo por não ter contraído o vírus HIV nos anos 80. 

"Eu entreguei uma boa parte da minha vida nos anos 1980, quando aquela epidemia [de AIDS] começou a aparecer, e eu era um viciado egoísta. Eu via gente morrendo à minha volta, amigos meus. E ainda assim, não parava com aquela vida. É a pior coisa do vício", afirmou

"Eu fui consumido pela cocaína, pelo álcool, e vai saber pelo que mais. Aparentemente eu nunca recebi o recado de que a geração 'Eu' havia terminado", revelou o cantor, que hoje lidera a Elton John AIDS Foundation, organização beneficente que auxilia portadores do vírus HIV.

"Quando você consome drogas e toma uma bebida, a mistura estes dois juntos faz você pensar que é invencível... Eu saí disto HIV negativo. Eu sou a pessoa mais sortuda do mundo", declarou.

Ainda durante a entrevista, o músico revelou o desejo de ter mais filhos, para que Zachary tenha uma companhia. O primogênito de Elton e David foi gerado em 2010 através de uma mãe de aluguel.

12/7/2012 - China autoriza doação de sangue por mulheres lésbicas; proibição continua para gays
   

O Ministério da Saúde da China decidiu autorizar mulheres lésbicas a doarem sangue. A medida quebra a proibição, que já durava 14 anos. No entanto, homens gays e sexualmente ativos ainda continuam vetados à prática.

De acordo com o site do Ministério da Saúde, apenas homossexuais celibatários, ou seja, que não mantém relações sexuais, podem doar sangue.

Desde 1998, uma medida proibia que homossexuais de ambos os sexos doassem sangue sob a justificativa de serem mais vulneráveis ao vírus do HIV.

Com o fim da proibição, pelo menos por parte das mulheres, a ativista Xu Bin comemorou. "É importante para a nossa dignidade e para o fim da discriminação", declarou.

Agora, o desafio é o que Ministério da Saúde reveja o veto a gays que desejam doar sangue. "A proibição não é feita aos homossexuais, mas àqueles com certos comportamentos sexuais inadequados. A AIDS não é causada pela homossexualidade, mas por um comportamento sexual reprovável", afirmou a ativista.

12/7/2012 - Ministério da Saúde da China autoriza doação de sangue por lésbicas; veto continua para gays
   

O Ministério da Saúde da China decidiu autorizar mulheres lésbicas a doarem sangue. A medida quebra a proibição, que já durava 14 anos. No entanto, homens gays e sexualmente ativos ainda continuam vetados à prática.

De acordo com o site do Ministério da Saúde, apenas homossexuais celibatários, ou seja, que não mantém relações sexuais, podem doar sangue.

Desde 1998, uma medida proibia que homossexuais de ambos os sexos doassem sangue sob a justificativa de serem mais vulneráveis ao vírus do HIV.

Com o fim da proibição, pelo menos por parte das mulheres, a ativista Xu Bin comemorou. "É importante para a nossa dignidade e para o fim da discriminação", declarou.

Agora, o desafio é o que Ministério da Saúde reveja o veto a gays que desejam doar sangue. "A proibição não é feita aos homossexuais, mas àqueles com certos comportamentos sexuais inadequados. A AIDS não é causada pela homossexualidade, mas por um comportamento sexual reprovável", afirmou a ativista.

6/7/2012 - Parlamento Europeu condena violência contra gays e lésbicas na África
   

Dando mais uma demonstração de sua sensibilidade aos direitos dos LGBTs, o Parlamento Europeu aprovou na quinta-feira (05) uma resolução criticando a violência contra lésbicas e o desrespeito aos direitos de homossexuais e transgêneros na África.

A resolução foi uma resposta ao aumento no número de relatos de prisões e violência contra LGBTs no continente, especialmente contra as lésbicas. Em Camarões, têm crescido as notícias de prisões contra elas, e as lésbicas permanecem vítimas regulares de "estupro corretivo" e assassinatos na África do Sul. As lésbicas também enfrentam piores condições sociais e legais em países como Libéria e Malauí.

Segundo o Parlamento, a situação dos LGBTs também tem piorado em Uganda e na Nigéria, e há sinais de melhora apenas no Malauí, onde a recém-empossada presidente Joyce Banda quer descriminalizar a homossexualidade, e na Suazilância, onde campanhas de prevenção contra o HIV/Aids prosseguem apesar de fortes ameaças legais.

O debate no Parlamento teria sido, em sua maioria, pró-gay, mas o Partipo Popular Europeu (PPE), de orientação democrata-cristã e que agrega membros conservadores e de centro-direita, retirou seu apoio ao texto antes da votação, embora alguns deles tenham permanecido favoráveis, como Eija-Riitta Korhola, da Finlância, e Edit Bauer, da Eslováquia.

A decisão do PPE foi critica por outros parlamentares. "Acho que é absolutamente chocante que o grupo do PPE tenha retirado seu apoio a uma resolução com a qual tinha anteriormente concordado. Por que eles não podem condenar o estupro de mulheres lésbicas e os assassinatos de pessoas LGBTI? A oposição não faz sentido", declarou Ulrike Lunacek, co-presidente do Intergrupo LGBT do Parlamento .
 

4/7/2012 - Teste caseiro para detectar HIV é aprovado nos EUA
   

Cerca de 240 mil. Esse é o número de norte-americanos que, de acordo com estatísticas oficiais, são portadores do HIV, mas desconhecem sua condição. Cerca de 50 mil novas infecções acontecem por ano no país, muitas vezes provocadas por quem não sabe que possui o vírus.

Para diminuir essa estatística, a melhor solução é ampliar o acesso aos testes anti-HIV. E agora, os Estados Unidos parecem ter conseguido um aliado de peso nesse sentido: o OraQuick In-Home HIV Test.

Criado pela OraSure Technologies, o teste usa a saliva e fornece o resultado de 20 a 40 minutos - e acaba de ser liberado pelo FDA (Food and Drug Administration), o equivalente à nossa Anvisa.

Testes que detectam o HIV por meio de amostras de saliva já existem para ser usados por técnicos de laboratório. A diferença é que o novo produto poderá ser usado em casa, sem supervisão de um especialista.

As ações da OraSure, que estavam suspensas à espera da decisão do órgão, fecharam com alta de 5,2% na Nasdaq, cotadas a US$ 12,10, segundo a agência de notícia Reuters. De acordo com o executivo-chefe da companhia, Douglas Michaels, o FDA prevê um mercado superior a US$ 500 milhões para os testes domésticos anti-HIV.

Para o FDA, o OraQuick "tem o potencial de identificar um grande número de infecções pelo HIV não diagnosticadas anteriormente, especialmente se usado por aqueles que têm pouca probabilidade de recorrer aos métodos de triagem padrão".  "Conhecer seu status é um importante fator no esforço para prevenir a difusão do HIV", acrescentou a Dra. Karen Midthun, diretora do Centro para Avaliação e Pesquisa Biológica do FDA.

Testes clínicos demonstraram que o OraQuick tem precisão de 92% no diagnóstico de portadores e de 99,98% no diagnóstico de soronegativos. Isso significa que, no caso de um resultado positivo, recomenda-se fazer outros exames. O resultado negativo, por sua vez, deve ser considerado levando em conta a janela imunológica de três meses, isto é, especialmente se a pessoa se expôs a práticas inseguras menos de três meses antes de fazer o teste, ele pode dar um falso-negativo.

O OraQuick deve começar a ser comercializado em outubro, por um valor próximo a US$ 20. A OraSure tem planos de futuramente disponibilizar o produto em outros países.

3/7/2012 - Marinha do Brasil reconhece casamento gay de militar e ativista
   

Demorou, mas aconteceu. Pela primeira vez na história do Brasil, a Marinha do País reconheceu um casamento entre dois homens. Os responsáveis pela façanha foram o assistente social e cabo João Batista Pereira da Silva (na foto, à dir.), de 39 anos, e o coordenador do programa estadual Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento, 41.

Em 5 de maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, igualou o status das uniões estáveis homoafetivas e heteroafetivas. Como a lei de união estável para os héteros prevê a conversão em casamento, cerca de 100 casais de mesmo sexo conseguiram o direito de se casarem civilmente desde então.

Entre esses, estavam Silva e Nascimento, que, juntos há mais de 12 anos, se tornaram o primeiro casal gay a obter, em agosto de 2011, a conversão de união estável em casamento no Estado do Rio de Janeiro. À época, a cerimônia de oficialização foi realizada no cartório da 7ª circunscrição de Registro Civil de Pessoas Naturais, com a presença do juiz de paz Leandro de Oliveira Rodrigues.

O que foi um sonho, no entanto, esbarrou no preconceito quando Silva pediu o reconhecimento do enlace na Marinha. Apesar de haver uma certidão de casamento oficial, a Marinha indeferiu os dois pedidos feitos pelo cabo. "Alegavam que não poderiam colocar o Claudio como meu cônjuge na identidade militar, que não podiam colocar alguém do mesmo sexo ", declarou João Silva, segundo o portal UOL.

O imbróglio resultou em um pedido formal da ABGLT - Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais à presidente Dilma Rousseff (PT) para que ela interviesse. Deu certo.

Graças a uma ação do Ministério da Defesa, na última sexta-feira, dia 29, João Silva e Cláudio Nascimento foram reconhecidos como casal casado pela primeira vez na história da Marinha.

"Depois que o Ministério da Defesa interveio, e a Marinha acatou, o documento que demorava 48 horas saiu em trinta minutos", contou Silva, segundo o UOL, exibindo o documento militar com o número comprovante do casamento: Livro 00210B Fls 020 Detran-RJ.

Para Cláudio Nascimento, que agora possui identidade militar em que consta "cônjuge de cabo (Marinha do Brasil)", a decisão abre precedentes: "Assim como a gente, outros casais também vão ter seus direitos reconhecidos".

Até o momento, a Marinha não se pronunciou sobre o assunto.

2/7/2012 - Durante show, Elton John pede o fim da violência contra homossexuais na Ucrânia
   

No sábado (30), durante seu show em Kiev, como parte das comemorações da Eurocopa 2012, o cantor Elton John, 65, fez um apelo para que se acabe com a perseguição e violência aos homossexuais na Ucrânia.

“Há pouco tempo, li um artigo sobre a violência contra homossexuais na Ucrânia. Atacar homossexuais é errado. Para mim, isso não faz parte da Ucrânia. Por isso, eu suplico: acabem com a violência contra homossexuais”, declarou.

Em maio deste ano, o ativista gay Svyatoslav Sheremet foi agredido com chutes e socos por três homens. Na ocasião, Sheremet tinha acabado de conceder uma entrevista à imprensa local sobre o cancelamento da Parada Gay na cidade de Kiev.

Ainda durante seu show, Elton John afirmou que considera a Ucrânia sua segunda casa e afirmou que ataques à comunidade gay são inadmissíveis. A apresentação do cantor fez um alerta ao vírus HIV, já que a Ucrânia tem o maior índice de pessoas com Aids da Europa Oriental.

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