A atriz canadense Mia Kirshner, a Jenny de "The L Word", lançou na última terça-feira (14), em Los Angeles, seu primeiro livro "I Live Here", um verdadeiro diário de suas passagens por regiões de conflito como México, Tailândia, Birmânia (Mianmar), Chechênia e Malawi. A festa de lançamento contou com a presença de algumas de suas colegas na série, como Leisha Hailey e Kate Moennig.
"I Live Here" traz fotos, colagens e 32 páginas de quadrinhos com arte de Joe Sacco (sobre a Chechênia), Phoebe Gloeckner (sobre o México) e do argelino Kamel Khelif. A editora, Pantheon Books, descreve o livro como "um misto de mídia com documentário escrito sobre as crises humanitárias nos quatro continentes do mundo: guerra da Chechênia, "limpeza" étnica em Burma - Myanmar, globalização no México e a Aids em Malawi - África".
O primeiro livro da atriz é resultado de 7 anos de trabalho. "Escrever o livro mudou minha forma de enxergar o mundo. Nós desvendamos um mundo secreto onde existem crianças que são preparadas para serem soldados, onde menores de idade se prostituem, onde órfãos são abandonados pelos pais porque estão infectados com o vírus da Aids. As experiências são tiradas sobre os fatos da minha vida. Às vezes me faço de sarcástica e rude, e em outras horas deprimida. Às vezes estava bem chateada, mas me mantive constante com minha inspiração. Eu tirei isso das pessoas com as quais encontrei e conheci durante o caminho", explicou Kirshner no blog oficial do livro.
O trabalho humanitário da atriz, no entanto, não termina no livro. Kirshner é fundadora da I Live Here Foundation, uma organização sem fins lucrativos dedicada a contar por meio de livros histórias de pessoas que tiveram suas vidas silenciadas de alguma maneira. Todos os direitos de "I Live Here" foram doados à Anistia Internacional.
Para saber mais sobre o livro, acesse o site. |
O cantor Elton John anunciou que está preparando o roteiro de um novo musical com o tema da Aids que será dirigido pelo ator Ben Stiller.
Em 2005, John cuidou da adaptação do filme "Billy Elliot" para os palcos e é também responsável pela versão de "O Rei Leão" para a Broadway.
O cantor disse ao site "GQMen.Style" que o musical é "sobre um cara na Broadway que é gay, tem Aids, e volta para encontrar a mulher e filhos que deixou".
Questionado se é fã do gênero, John comentou: "Gosto dos mais clássicos. 'West Side Story', para mim, é o maior musical já escrito. Mas não gosto do tipo de música de alguns deles. Não gosto deles desde que eu esteja envolvido, por alguma razão." |
Depois do famoso calendário gay "Dieux du Stade", está sendo lançado nesta sexta-feira (10), nos Estados Unidos, a edição 2009 do calendário "I Heart Brooklyn Girls".
Feito especialmente para lésbicas - com a participação de doze mulheres assumidamente gays, a nova edição traz como tema "Women at Work" (Mulheres no trabalho) e apresenta uma "visão queer de garotas pinups das décadas de 40 e 50".
10% do preço de capa - US$ 12 - será doado ao projeto Lesbian Herstory Archives. Para saber mais sobre o calendário, clique aqui. |
A Galeria Vermelho, em São Paulo, apresenta, de 3 a 11 de outubro, "É claro que você sabe do que estou falando?", exposição coletiva com curadoria de Luisa Duarte, que conta com obras de Amilcar Packer, Cadu, Carla Zaccagnini, CINEMATA (Cinthia Marcelle e Tiago MM), Fabio Morais, Keila Alaver, Gisela Motta e Leandro Lima, Leya Mira Brander, Lia Chaia, Marcelo Cidade, Marilá Dardot, Matheus Rocha Pitta, Maurício Ianês, Nicolás Robbio, Rafael Assef, Virgínia de Medeiros e Wagner Morales. Para a abertura da exposição, os curadores Suzy Capó (Festival Mix Brasil) e Jürgen Brünning (Pornfilmfestival Berlin), criaram o programa "Open Call", composto por filmes e vídeos que serão projetados sobre a fachada da galeria.
"É claro que você sabe do que estou falando?" é o resultado das pesquisas de 17 artistas, selecionados pela curadora Luisa Duarte e pelo diretor da Vermelho Eduardo Brandão, acerca do tema sexo. Segundo Duarte, a vontade de abordar tal questão surgiu a partir da constatação da ausência do tema na arte atual, e pode ser resumida na seguinte pergunta: como se dá a representação do sexo na produção de jovens artistas brasileiros hoje? Com a intenção de alinhavar trocas, formas de ver, escutar e dizer, foi proposto aos artistas a leitura de textos de Georges Bataille, Octavio Paz, Sigmund Freud, Severo Sarduy, entre outros.
O sexo, seus desdobramentos e categorizações foi um tema altamente discutido e estudado em várias áreas do conhecimento, no século 20. No campo da arte, de Duchamp aos surrealistas, passando pela produção poética e literária, o erotismo foi também o centro das atenções. A partir dos anos 1960, tem início a chamada revolução sexual. A introdução dos anticoncepcionais promove uma mudança radical nos padrões de comportamento, revisto nos anos 1980 com a chegada da Aids.
Destaques da exposição são os vídeos sobre um rapaz que recebe um jato de sêmen no rosto e uma menina que simula sexo oral com um bloco de margarina, obras dos artistas Maurício Ianês e Marcelo Cidade, respectivamente.
Já Lia Chaia traz pequenos espelhos dispostos no formato de uma vagina e multiplicados sobre um fundo vermelho, resultado de um estudo sobre os "puteiros" da rua Augusta, obra que a artista apelidou de vaginas "geométricas".
Serviço: Exposição "É Claro que Você Sabe do que Estou Falando?" De 4 a 11 de outubro Galeria Vermelho - Rua Minas Gerais, 350 - São Paulo - SP - Tel.: (11) 3138-1520 / info@galeriavermelho.com.br. |
Cientistas australianos divulgaram esta semana um novo estudo que mostra que a circuncisão pode proteger homens gays de contraírem o vírus HIV. Mas tudo vai depender, segundo eles, de seus papéis sexuais. As informações são da agência AAP.
"Nós comprovamos pela primeira vez que indivíduos que assumem o papel de ativos numa relação sexual têm menos chances de contraírem o HIV se forem circuncidados", explicou o Dr. David Templeton, do Centro Nacional de Epidemiologia do HIV em Sydney.
Os cientistas recrutaram 1400 homens que não contraíram o vírus da Aids, sendo que 2/3 deles eram circuncidados, e os avaliaram ao longo de quatro anos para analisar possíveis padrões para a infecção pelo HIV. Durante esse período, 53 foram contaminados - apenas 7 deles disseram ser ativos.
Os resultados apresentados durante uma conferência em Perth não mostraram nenhuma evidência que a circuncisão pode reduzir o risco de contrair o HIV entre a população gay em geral. No entanto, homens gays ativos tiveram reduzidas em 85% suas chances de contraírem o vírus da Aids se foram circuncidados.
Segundo os pesquisadores, a circuncisão pode ser um fator de proteção porque a operação remove parte da glande que é mais suscetível a infecções, permitindo assim que o vírus entre no organismo através do pênis. |
A avenida Boa Viagem virou um mar de cores, pessoas dançando e se divertindo. Esse foi o cenário para quem compareceu à 7ª Parada da Diversidade Sexual do Recife, que teve como tema este ano "Pernambuco sem Homofobia: Criminalização já". A Polícia Militar fez uma estimativa de que pelo menos 150 mil pessoas participaram da festa.
A concentração foi na frente do terreno anexo ao Hospital da Aeronáutica do Recife. A festa foi animada por 7 trios e um ônibus que funcionou como boate móvel, novidade trazida pela Metrópole Club. Entre os participantes da caminhada era visível encontrar famílias inteiras reunidas nas sacadas dos prédios e na própria orla.
No palco, a banda local Sem Razão, com o cantor Telmo Santiago, comandou a festa. Eles cantaram vários sucessos com participações especiais de vários artistas pernambucanos.
Vinte arte-educadores da Secretaria de Saúde do Recife estavam na concentração do evento, distribuindo material educativo, bonés, bandeirolas, gel lubrificantes, adesivos, porta-camisinhas e preservativos masculinos e femininos. Foram disponibilizados, ainda, cinco caminhões de lixo, e dois caminhões pipa para lavagem das calçadas, 140 garis extras para reforçar a limpeza da avenida até as 23h.
Para o Fórum LGBT de Pernambuco, a parada da Diversidade é uma forma irreverente de trazer à tona a discussão sobre os trangêneros no estado. O objetivo da festa, assim, é ampliar o debate com a sociedade sobre a diversidade sexual, além da aprovação do Projeto de Lei que criminaliza a homofobia.
* O Jornal Espalha Fato fez a maior cobertura já vista, acesse e confira as fotos e vídeos da 7ª Parada da Diversidade do Recife. |
O diretor Steven Soderbergh está preparando uma cinebiografia sobre Wladziu Valentino Liberace, um famoso pianista gay cujos créditos incluem dois Emmys e seis álbuns de ouro.
Segundo a "Variety", Michael Douglas viverá Liberace e há boatos de que Matt Damon está negociando sua participação no filme como Scott Thorson, que teria sido companheiro do pianista durante 5 anos.
Scott Thorson processou o pianista quando o relacionamento deles terminou, pedindo US$ 13 milhões de pensão - ele acabou levando "apenas" US$ 95 mil. Liberace faleceu em 1987 aos 67 anos de idade, vítima de complicações causadas pelo vírus HIV.
Soderbergh já trabalhou com Michael Douglas em "Traffic" (2000) e acaba de filmar "O Informante" com Matt Damon. |
"Eu gosto é de sapatão, de mulher já basta eu!" é a frase que abre o documentário "Singularidades", filmado pelo projeto Olho Vivo, coordenado pelo cineasta Luciano Coelho e realizado por 12 alunos. O trabalho dividiu o prêmio de melhor filme com a ficção "Bárbara" (MG) que retrata um ajuste de contas entre o pai e uma travesti. Os filmes participaram do II For Rainbow - Festival de Cinema da Diversidade Sexual, realizado na cidade de Fortaleza (CE) entre os dias 5 e 9 de setembro.
Com a declarada ambição de se tornar o maior do Brasil, a programação trazia 57 longas e/ou curtas que abordavam o amor entre mulheres. "Dizeres Íntimos" (SP), "Desejos Iguais" (CE), "Páginas de Menina" (SP) e "Singularidades" (PR) estavam incluídos na mostra competitiva. O canadense "Melhor que Chocolate" (Mostra Internacional) e os selecionados para compor o programa "Eu gosto é de mulher - Femina", que contava com "Lupine" (Suécia/ Alemanha), "Os Inocentes Letais" (Nova Zelândia), "Flores no Parque" (Espanha), "Amor e Palavras" (França) e "No Fim da Rua" (Polônia) completavam a programação feminina.
Justamente o único programa destinado às mulheres teve alteração de horário e acabou prejudicando os casais de jovens meninas, que chegavam para ver a sessão, que a princípio seria realizada na segunda-feira (8), às 17h - eu estava entre as pessoas que não conseguiram ver o programa. No lugar o festival exibiu um filme que abordava a questão da Aids. Frustração geral entre as garotas, que em protesto abandonaram a sessão.
"Nossa representação é bem pequena. Ainda é um problema de gênero. A mulher sempre fica em segundo plano. Quando pensamos nos movimentos contra as minorias pensamos nos gays, depois nas travestis e por último vem o das mulheres", comentou Cecília Góis, uma das diretoras do cearense "Desejos Iguais", que acabou ofuscado no debate que foi feito com os realizadores.
O filme de Cecília, em parceria com Gaby Lima, é um singelo retrato sobre o amor entre duas mulheres. Uma das cenas mostra as protagonistas "dançando" a relação. Em vez de retratar beijos, seios e corpos desnudos, as diretoras preferiram a metáfora. Uma acertada escolha para um filme sem pretensões, feito com recursos das próprias realizadoras. Segundo Gaby, "o filme ilustra um espaço por qual estamos lutando, queremos realizar outros, bem como ganharmos visibilidade mesmo sem recursos ou sermos reconhecidas".
"Dizeres Íntimos", de Bruno Peres e Carolina Barres, com duração de 19 minutos, mostra uma mulher frustrada com o casamento monótono e que relembra uma paixão adolescente por uma amiga de escola. Infelizmente, o filme não propôs nada de novo. Inspirado numa história real, os diretores realizaram o filme como trabalho final de um exercício de faculdade.
Entre os premiados estavam o documentário "Singularidades" (melhor filme) e a ficção "Páginas de Menina" (melhor atriz, fotografia e direção de arte). Em "Singularidades", duas mulheres lésbicas relatam suas histórias. Áurea Célia (foto), ganha a vida imitando Clara Nunes. Seu depoimento sobre gostar de mulheres masculinizadas e não femininas arrancou aplausos do público durante a projeção. No mesmo filme, Rosangela, dona de um bar em Curitiba, narra sua história. O fato de ter adotado quatro crianças e de ter permitido que a companheira realizasse uma inseminação artificial para que pudesse ser mãe, conquistou a platéia e o prêmio de melhor filme entre os jornalistas.
O destaque ficou por conta do polêmico "Filthy", realizado em Porto Alegre pelo Queer Fiction. Experimental, o filme questiona quais os reais prazeres da carne e traz cenas de violência, escatologia e sexo explícito entre duas meninas. Apenas de meias 3x4 listradas e de ursinho, duas meninas praticam sexo durante 17 minutos. O filme causou frisson e dividiu o público presente no histórico Cine São Luis, atual Centro Cultural Sesc Luiz Severiano.
Gritos de revolta, pessoas levantando, palavras debochadas eram proferidas no escuro enquanto a câmera mostrava uma das meninas praticando sexo oral na outra. "Nossa intenção foi sabotar, subverter qualquer padrão moral e estético. O sexo nada mais é do que dois pedaços de carne que ficam se fundindo", ressaltou Bárbara, uma das atrizes, em debate na manhã seguinte à exibição do curta.
Uma das pessoas que se incomodou com o vídeo protagonizado por Bárbara foi a atriz Lúcia Veríssimo, que compunha o júri de cinco pessoas, que premiaria o melhor filme com R$ 5 mil. Lúcia se recusou a tirar uma foto com a gaúcha. "Quisemos com o vídeo ressaltar as diversas formas de desejos marginais que habitam a pessoa. Queríamos falar sobre as formas alternativas de expressão do desejo", afirmava a "atriz" em meio ao bombardeio de perguntas - por vezes fúteis - dos presentes ao debate.
"Filthy" teria tido seu espaço se houvesse uma melhor definição na categoria de premiação. Trata-se de um filme experimental, feito para provocar e incomodar. Obviamente não seria premiado já que competia com filmes mais convencionais e de melhor acabamento estético.
"Páginas de Menina" é o exemplo. A película de Mônica Palazzo se passa numa cidade do interior de São Paulo nos anos 50. Protagonizado por Vera Zimmermann e Tieza Tissi (melhor atriz), o filme narra o encontro de duas funcionárias de uma livraria. Com belo acabamento estético, o filme, assim como "Dizeres Íntimos", não traz em seu roteiro nenhuma novidade - em ambos o amor não foi concretizado, por exemplo.
A presença feminina no evento foi mínima. Estava reduzida ao grupo de Cecilia e Gaby - ambas fazem parte de um grupo chamado Superação, um dos cinco grupos cearenses que atuam em favor das mulheres lésbicas.
Num evento com presença ainda modesta do público, a visibilidade lésbica ficou apagada. Porém as "personagens" retratadas na telona, como Rosangela, Áurea e - por que não - o alter ego de Bárbara, fizeram a diferença e representaram contundentemente as mulheres que amam mulheres. |
Aline D., nossa nova colaboradora, não se define como escritora de contos eróticos.
"Sou romântica, não consigo deixar de sê-lo. Meus contos são mais românticos que sexuais, mas terminam sempre com uma boa dose de sexo."
A seguir, seu conto de estréia no Dykerama:
Carioca da Gema
- Quero aquela mulher para mim - pensei, assim que entrei no bar em Copabana, em uma de minhas idas ao Rio de Janeiro.
Morena, deliciosamente sorridente e com um corpo tão cheio de curvas que meus olhos se perderem tentando percorrê-las.
- Olha quem está ali? - disse a amiga que me acompanhava apontando justamente para a mesa da morena.
Eu mal podia acreditar. Seria apresentada a ela muito mais rápido que imaginei.
- Boa noite - falei timidamente, me aproximando.
- Paulista? Ela perguntou, meio irônica.
- Como sabe? Perguntei, intrigada. - Tu tem cara de mané!
Aquilo foi um balde de água fria, mas não o suficiente para congelar meu desejo de possuí-la.
Sorri enquanto olhava discretamente os seios apertados dentro do sutiã pequeno demais para aquele volume.
- Senta, paulista. Toma uma cerveja bem gelada e esquece aquela tua cidade cinza. Tu tá no Rio, rapá!
Obediente, sentei ao lado dela de maneira que pudesse olhar bem para aquelas coxas grossas, salientes dentro daqueles shorts minúsculos.
- Ai que delícia de mulher - eu pensava, enquanto imaginava mil formas de arrastá-la para um quarto.
Nenhuma oportunidade real surgiu naquelas horas de papo agradável, mas um e-mail no final da noite alegrou meu coração.
- Me add no MSN - ela disse, anotando o endereço no guardanapo.
- Sim, senhora - bati continência enquanto piscava para ela sorrindo.
- É assim que eu gosto! - ela sorriu de volta, despertando ainda mais o meu tesão.
De volta à terra da garoa, não me demorei em adicioná-la no Orkut, no MSN e onde mais tivesse foto daquela beldade carioca.
Ficava horas me deliciando com aquelas imagens que povoavam meus pensamentos, me fazendo latejar de desejo em ter aquele par de coxas na minha cama.
Não demorou até que nossas conversas tomassem o rumo que eu queria. Ela estava cada dia mais "saidinha" e eu cada dia mais tarada.
- Quando você vem para São Paulo, carioca?
- Quando você quiser, minha paulista linda.
- Este final de semana? - provoquei, ansiosa
- Pode ser.
Rapidamente entrei em um site de uma Cia aérea e comprei as passagens. Ela chegaria na sexta e iria embora na segunda pela manhã. Um final de semana inteiro para me deliciar naqueles seios volumosos, naquela bunda linda e durinha que ela empinava pra mim pela web cam. Dois dias e duas noites inteiras para me afogar naquela boca carnuda.
Fui buscá-la no aeroporto. As mãos geladas e suadas de tensão foram rapidamente substituídas por excitação quando a vi sorrindo, vindo em minha direção.
Nos abraçamos fortemente, demoradamente e ficamos assim, sem sequer lembrar que estávamos em público.
No meu apartamento, já esperava por ela um chão forrado de pétalas de rosas vermelhas, uvas, morangos e um champagne gelado. Na cama, um edredon carmim compunha o cenário perfeito para nossa primeira noite de sexo.
Agarramos-nos e nos beijamos com tal fome e sede que, sem nem perceber, já estávamos nuas, nos enrolando uma na outra em uma dança de corpos tão doce e suave que só duas mulheres são capazes de fazer.
Eu já estava escorrendo de tesão quando aquelas mãos hábeis tocaram meu grelho, me fazendo gemer baixinho em seu ouvido.
- Hoje você será minha do jeito que EU quiser, entendeu? - ela sussurrou enquanto colocava dois dedos dentro de mim, metendo fundo, me preenchendo inteira.
Metia, com intensidade, com carinho, com desejo, devagar e depressa, me enlouquecendo de prazer.
- Não! Não goze agora, quero que você rebole na minha boca - ela ordenou, deitando de costas e me puxando pra cima dela, ajoelhada de maneira que minha boceta ficasse inteira dentro da sua boca.
Foi a minha primeira experiência com alguém que tivesse piercing na língua e delirei com aquela jóia pressionando meu clitóris dolorido de tanto tesão.
- Vai gata, me faz gozar agora, vai! - eu gemia alto enquanto rebolava pra ela, que revirava os olhos de prazer.
Sem conseguir segurar mais, deixei o gozo me invadir sentindo aquele calor subindo e descendo, amolecendo minhas pernas, me fazendo tremer de descontrole.
Deitei por cima dela e fiquei, até minha boceta parar de pulsar e latejar em um gozo prolongado.
Recuperada, falei baixinho em seu ouvido:- Agora é sua vez, carioca, vou te mostrar o que as paulistas tem.
Eu já sabia que ela gozava com penetração. Peguei meu dildo, estrategicamente preparado debaixo do travesseiro, coloquei a camisinha e a lambuzei com KY Warming, para aumentar o seu prazer.
Primeiro eu fui por cima, no típico "mamãe e mamãe", sentindo aquela mulher deliciosa embaixo de mim, gemendo mais e mais cada vez que eu metia nela.
Nossos corpos colados de suor, deslizando, os sussurros dela no meu ouvido nos enlouqueceram de prazer.
- Puta que pariu como tu mete gostoso, paulista - ela dizia sem parar
- Calma que eu ainda nem comecei, carioca - eu provocava, segura da minha experiência
Coloquei ela de quatro na beira da cama e fiquei de pé, por trás dela. Primeiro eu meti dois dedos, sentindo aquela carne pulsante dentro dela, melada de tesão.
Depois fui penetrando o dildo bem devagarinho, provocando, instigando. Colocava um pouquinho e tirava, um pouquinho e tirava.
- Mete, mete, vai, mete! - ela urrava
E eu meti, fundo e comi aquela mulher como ela nunca havia sido comida na vida.
- O que é isso? O que é isso? - ela falava, perdendo os sentidos de tanto prazer.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh meu Deus! - ela gritou, caindo na cama de exaustão que só um gozo intenso provoca.
Tirei o dildo e me deitei por cima dela, sentindo ela desfalecendo por baixo de mim, entregue, plena, realizada.
- Paulista, eu nunca senti isso com ninguém - ela falava carinhosa enquanto fechava os olhos e adormecia de esgotamento.
- Dorme meu anjo moreno, dorme - falei baixinho no seu ouvido, certa de que teríamos mais desses orgasmos maravilhosos até que ela voltasse para o Rio. |
O ator pornô Kurt Wild, de 22 anos, foi demitido de uma loja da rede de restaurantes Subway onde trabalhava, em St Louis, nos Estados Unidos.
Wild, que já apareceu na revista "Freshmen" e trabalhou para a produtora Buckshot, teve seu rosto reconhecido por um cliente, que reclamou de sua presença ao gerente da loja.
Em e-mail ao site "BGay.com", o ator disse: "Um cliente disse que não comeria no Subway por causa do trabalho que fiz no passado e que se eu não fosse demitido iria boicotar a loja. Eu deveria ter o direito de trabalhar em qualquer lugar e não é certo que as pessoas me impeçam de trabalhar só por uma questão 'gay'", escreveu. "Se uma mulher fizesse o que eu fiz provavelmente não seria criticada... mas quando eu faço pornô gay, sou simplesmente desprezado pelo resto da minha vida."
O Subway tem mais de 30 mil lojas espalhadas por 87 países. Em 2006, o proprietário de uma das lojas da rede foi parar nos tribunais após confessar que demitiu um funcionário HIV+. |
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