Meta na sua cabeça

27/2/2012 - "Nunca tive uma história com homem", diz ator Reynaldo Gianecchini à revista
   

O câncer mudou a vida do ator Reynaldo Gianecchini. A começar por uma mudança perceptível em sua própria casa, que antes só tinha móveis pretos e brancos, e nenhum objeto.

“Passei a fazer terapia e descobri que a casa é você. Comecei a encher as prateleiras de objetos de antiquário, transformar livros antigos em mesa, pintar parede de laranja e até pensei em fazer faculdade de arquitetura”, contou.

Em entrevista à revista Época, Gianecchini falou sobre sua vitória contra o câncer, graças ao bem-sucedido autotransplante de medula óssea, espiritualidade e, pela primeira vez, conversou abertamente sobre sua sexualidade e comentou os boatos de que teria HIV positivo.

"Quando procurei o infectologista por causa da dor na garganta e dos gânglios logo se espalhou o boato: o cara tem HIV. Nunca desmenti nada. Porque eu ficaria eternamente nesse jogo. Mas agora acho melhor falar, até por respeito às pessoas que gostam de mim e nem comentam comigo. Eu não poderia jamais fazer o tratamento agressivo que fiz se tivesse Aids. Primeiro chequei todos os vírus, todas as bactérias, para depois chegar ao câncer. Por isso posso dizer com toda a alegria do meu coração para quem se preocupa realmente comigo: Eu não tenho Aids”, desabafou.

Quanto a sua sexualidade, o ator foi questionado se é bissexual ou hétero. “Penso que essa questão da sexualidade é muito mais complexa do que as pessoas tendem a achar. Cada um tem sua sexualidade. Nunca tive uma história com um homem, nunca fui casado com um homem, nunca tive um romance com um homem. Mas a sexualidade, ou a sedução, é outra coisa”, declarou.

O ator ainda alfinetou revistas de fofocas, que vira e mexe tem ele como alvo. “A gente é sexual no dia a dia sem transar. Conheço amigos que seduzem homem, mulher, seduzem a porta. A gente é mais sensual nos trópicos. Mas essas coisas são muito íntimas e, no meu caso, sou tão discreto que, se a história está publicada numa revista como fofoca, pode ter certeza de que é mentira”.

Sobre o relacionamento com Marília Gabriela, Giane rasgou elogiou à jornalista. “Tem vários fatores que a deixam super sexy. Não só a inteligência, mas a postura, a segurança, uma coisa de peitar o mundo. Quando as pessoas criticavam e preferiam acreditar que eu era gay por estar com uma mulher mais velha que não era ‘a gatinha’, eu falava: Vocês não entendem nada do que é uma mulher sexy, ou têm outro conceito”.

Com o resultado do exame comprovando que seu corpo está livre de linfomas, o ator já pensa em sua volta aos palcos. “A partir de 13 de março vou começar bem devagar minha peça Cruel  às segundas e terças. (...) Mas vou continuar muito cuidadinho. Tenho de me alimentar direitinho, e não quero trabalhar como um louco. Gravações de novela os médicos liberaram só a partir de junho”.

Até lá, o ator só pensa em fazer o que mais sentiu falta quando estava internado. “Nadar. E ir à praia no Rio”.

24/2/2012 - Pegação: Músculos e dúvida sobre ejaculação; assista!
   

Quem gosta de músculos deve assistir a 4ª edição do programa "Pegação". No quadro Dando Dicas, uma sugestão que vai lhe "ocupar" por muito tempo!
 
"Receber ejaculação no rosto oferece risco de pegar alguma DST e Aids?" Essa é a pergunta do quadro Não Pegue. Uma especialista responde a essa dúvida bem comum.
 
E tem mais! Conheça um objeto sexual que estimula o mamilo ao mesmo tempo em que lhe deixa com um visual bem sedutor.
 
O "Pegação" faz parte do projeto "Meta na Sua Cabeça - Proteção e Tesão devem andar juntas" . A iniciativa é do site de relacionamentos Disponivel.com em parceria com a ONG Estruturação - Grupo LGBT de Brasília.
 

16/2/2012 - Trans Renata Peron e Leão Lobo participam de campanha sobre uso de camisinha; assista!
   

A prefeitura de São Paulo, em parceria com o Programa Municipal DST/Aids, lançou uma campanha para ressaltar a importância do uso de preservativos.

Intitulado "Carnaval de Máscaras", o vídeo traz Leão Lobo, Cindy Mendes e a cantora trans Renata Peron num bate papo descontraído sobre o uso da camisinha. Ao final, é deixada a seguinte mensagem: "Camisinha na folia, brinque com sua fantasia".

A campanha será divulgada nas redes sociais, em unidades de saúde e nos televisores de ônibus municipais.

Assista abaixo ao vídeo.

15/2/2012 - Disparatada: Dilma, você usa camisinha? Qual a sua fantasia?
   

Não temos mais dúvida quanto ao retrocesso do governo de Dilma Rousseff em relação aos direitos sexuais e reprodutivos. Nos últimos dias, mais um material educativo que abordava a temática da diversidade sexual não agradou a presidenta. Depois de ser divulgado como vídeo carro-chefe da campanha de prevenção às DST/Aids para o Carnaval, as imagens voltadas aos jovens gays foram retiradas do site do Ministério da Saúde com a justificativa de que agora, em vez de ser exibido na TV aberta, só vai poder ser usado nos lugares fechados frequentados por este público.

Poderíamos imaginar que o que se produziu foi um vídeo com uma sequência de cenas típicas da pós-pornografia, que provoca escândalo na maior parte das pessoas que o assistisse. Ou que não seria apropriado para a imagem dos gays que está cada vez mais higienizada. Mas, não. É absolutamente careta e institucional. Infelizmente, está longe de ser um material erotizado. A erotização da camisinha se faz necessária para a abordagem preventiva porque para ampliar o seu uso é urgente torná-la mais sedutora e menos brochante.

As reações contrárias a censura presidencial merecem todo o nosso apoio, evidentemente. Mas, cabe-nos refletir sobre alguns pontos que me parecem bastante reveladores do atual momento político-moral-sexual que vivemos no Brasil. Por exemplo, é fundamental perceber como em uma realidade de escassez corremos atrás das migalhas. Porque a luta é pela exibição de um vídeo água com açúcar e não por outra coisa com a cara da maioria das bichas que vão trepar durante o Carnaval, com camisinha ou não.

Imaginem se o vídeo do ministério for mesmo exibido dentro dos espaços fechados dos animados bailes de Carnaval? Vai quebrar o clima! É contraproducente. Ele só serve mesmo para a conservadora TV brasileira, afinal, nem beijo tem! Por isso, o seu veto absurdo nos revela o quanto à realidade em nosso entorno é absolutamente conservadora, moralista e preconceituosa.

Imaginem se as bichas, como os demais jovens, precisassem mesmo destas campanhas para ser convencidas a usarem o preservativo, iriam continuar vulneráveis à infecção. É preciso apostar em campanhas mais polêmicas, que dialoguem com outras juventudes, não somente com aquela que segue um estilo gay norte-americano burguês e, sob a proteção dos DJ das boates, está em busca do seu par romântico. Isso não significa que o romantismo não seja um ameaça à saúde e não deva ser abordado nas campanhas, afinal, não podemos esquecer o caso dos vulneráveis amantes apaixonados sob a proteção de Deus, que são orientados pelo Papa a não usarem camisinha. Mas, temos que fazer apostas políticas educacionais na área da saúde que sejam mais ousadas.

No entanto, mesmo com a injustiça de mais este veto, há aqueles que defendem o não enfoque nos gays quando se trata de Aids. Como se o estigma pudesse ser apagado. Não podemos negar a nossa história, nem reproduzir o que há de pior nela. Esconder os dados da epidemia, tentar driblar os moralismos e achar que estaremos mais seguros se não desconfiarem da gente, além de ser covarde, só aumenta a suspeita que gera a violência. Mais do que fugir do estigma que a imagem do portador do virus HIV ainda carrega, é preciso enfrentá-lo, trazê-lo para a luz. Assumi-lo. Assim, poderemos entender os mecanismos que o gera e buscar superá-lo.

As eleições estão aí e o que a Dilma também nos ensina é que não basta só eleger mais mulheres, mais negros, mais viados (são tão poucos concorrendo a cargos públicos) ou gordos para que os mais discriminados tenham a chance de sobreviverem com mais dignidade neste país. Ainda que seja preciso olhar, valorizar e reconhecer todas estas características, Dilma é um bom exemplo de que não necessariamente as características pouco valorizadas garantem que se vá governar em prol da sua própria história de exclusão e violência. Se assim o fosse, temas como o aborto e a responsabilização pelas torturas e mortes durante a ditadura já teriam sido resolvidos, afinal ela é mulher e foi presa política.

Em relação à presidenta, fiquei muito curioso para perguntar se ela usa camisinha, ou se pensa, como muitos, que isso é coisa só de viado, que não merece defesa e investimento. Esta semana ouvi de um pastor aos gritos em uma praça que era uma vergonha distribuir camisinha de graça enquanto falta remédio no centro de saúde. Como se uma coisa não tivesse nada a ver com a outra. Como se o SUS também não tivesse que fazer promoção da saúde. Como se ele tivesse apenas que tratar das doenças.

Espero que a resposta da presidenta a minha dúvida não seja grosseira como foi a dada para um jornalista, ainda na campanha eleitoral, que lhe perguntou sobre sua sexualidade. Questionada sobre os boatos de campanha que dizia que ela era homossexual, negou de forma frágil e preconceituosa, como se ser lésbica fosse uma ofensa e o fato de ter constituído família fosse uma prova inquestionável de que é hetero. "Ah, meu querido, não vou responder a isso, eu tenho filho e sou avó, pelo amor de Deus. Esse tipo de discussão eu não vou ter aqui", disse Dilma (veja abaixo).

Outra pergunta que faço é sobre a sua fantasia. Presidenta, qual é o seu desejo para o Carnaval? Como se apresentará? Com que roupa irá? Se me permite sugestões, vista a mais discreta, delicada. Não use nada agressivo nem que te diferencie muito no salão. Porque a de revolucionária e guerrilheira já não te cai tão bem.

 

*Tiago Duque é sociólogo e tem experiência como educador em diferentes áreas, desde a formação de professores à educação social de rua. Milita no Identidade - Grupo de Luta Pela Diversidade Sexual. Gosta de pensar e agir com quem quer fazer algo de novo, em busca de um outro mundo possível.

15/2/2012 - Samba engajado: assista ao clipe da campanha "Rio Carnaval Sem Preconceito"
   

O A Capa já tinha contado que a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual do Rio de Janeiro (CEDS) pediu para que os sambistas Arlindo Cruz e Luana Carvalho compusessem um samba para a campanha "Rio Carnaval Sem Preconceito".

A música ganhou clipe, gravado na praia de Copacabana. Capitaneado por Beth Carvalho, o vídeo conta com a participação de várias musas do carnaval, como as atrizes Juliana Alves, Quitéria Chagas e Antônia Fontenelle. Também aparecem Ângela Ro Ro, a modelo Talytha Pugliese e o casal Lucinha Nobre e Rogério Dorneles, porta-bandeira e mestre-sala da Portela.

Esse é o segundo ano que a campanha é realizada. Ela será veiculada nos meios de comunicação e divulgada nos blocos de rua, bailes carnavalescos, no Sambódromo, no Terreirão do Samba e nas tradicionais festas "off-carnaval".

"Nessa época, a expressão máxima da cultura carioca é o nosso Carnaval. Por isso, nossa intenção foi privilegiar o povo do samba para fazer parte dessa mensagem contra o preconceito, que causa tanto mal e infelicidade na vida dos outros. Como o samba diz: "de pé no chão não existe diferença, nem de cor e nem de crença. Felicidade é nosso direito, vamos lá meu Rio, Carnaval sem preconceito!", declarou Carlos Tufvesson, presidente da CEDS, durante o lançamento da campanha, na terça-feira (14).

O prefeito Eduardo Paes não pode comparecer, mas foi representado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Teixeira. "O tema do preconceito, além de suprapartidário, é transversal, de grande abrangência. Não tenho dúvida da capacidade da Coordenadoria de mobilizar e fazer com que o tema ganhe visibilidade dentro de todos nós, nossa indignação com o preconceito", disse Paulo.

Durante os dias de folia, a Coordenadoria vai distribuir um guia completo do Carnaval na cidade, junto com panfletos informativos sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), preservativos e lubrificantes.

Além disso, de sábado de Carnaval a quarta-feira de Cinzas, será instalado na Praça General Osório, em Ipanema, o  "Balcão Carioca da Cidadania - Edição Rio Carnaval Sem Preconceito - 2012". No espaço, assistentes sociais tirarão dúvidas dos foliões sobre seus direitos e encaminharão possíveis denúncias aos órgãos competentes.

Abaixo você assiste ao clipe da campanha.


14/2/2012 - Ministério da Saúde troca vídeo com casal gay por locução de homem e mulher; assista!
   

Como já havíamos noticiado, o Ministério da Saúde vetou o vídeo da campanha de prevenção a Aids voltado para o público gay que seria exibido no Carnaval. Agora, um novo vídeo foi disponibilizado e é este que será exibido na TV.

A nova campanha traz a locução de um homem e uma mulher apresentando números do Boletim Epidemiológico, que mostra um aumento de 10% na infecção do vírus HIV entre jovens gays de 15 a 24 anos. Ao final, uma mensagem é passada: "Aids não tem cura, previna-se!". E fim.

Todo o conceito da campanha anterior, que tinha como mote a mensagem "no Carnaval rola de tudo, sem camisinha não pode rolar", e a imagem de um casal gay trocando carícias numa boate, foi desfeito.

O primeiro vídeo não chegou a ficar nem um dia no site do Ministério da Saúde. Na ocasião, o ministro Alexandre Padilha negou que houve censura a campanha e declarou que o vídeo seria passado apenas em locais de frequência gay. 

Abaixo você confere a atual campanha e em seguida o primeiro vídeo disponibilizado.

14/2/2012 - Lindo! Ator Matt Bomer se assume gay durante premiação; veja
   

O ator Matt Bomer fez sua saída oficial do armário no último sábado (11). Matt, que é um dos astros da série "White Collar", se assumiu gay durante um evento organizado para homenagear cidadãos que se empenham em causas humanitárias.

Bomer recebeu o prêmio "Nova Geração de Artistas e Ativistas" por seu trabalho contra a AIDS. Durante o seu discurso de agradecimento, Matt citou seu namorado, Simon Halls, e seus três filhos.

"Eu realmente quero agradecer em especial minha linda família: Simon, Kit, Walker e Henry. Obrigado por me ensinar o amor incondicional. Vocês sempre serão meu melhor elogio", disse o ator.

Kit é fruto de um antigo relacionamento do ator, enquanto os gêmeos Walker e Henry são filhos de uma relação anterior do seu namorado.

Numa recente entrevista à revista "Details", o ator chegou a desconversar a respeito da sua vida pessoal. "Eu não ligo para os boatos. Eu sou completamente feliz e preenchido na minha vida pessoal", respondeu na época.

Matt também vive um ótimo momento na sua carreira. Atualmente ele filma o longa "Magic Mike", que conta a história de um stripper do interior dos Estados Unidos. Em seguida ele começa a gravar "The Normal Heart", onde vai atuar ao lado de Mark Ruffalo, Alec Baldwin e Julia Roberts. O filme fala sobre um ativista de Nova York que defendeu a causa gay no auge da epidemia da AIDS, na década de 80.

Enquanto isso, na TV, ele vai fazer uma participação na série "Glee", interpretando o irmão de Blaime, papel de Darren Criss. Abaixo você assiste ao discurso de agradecimento do ator. 

10/2/2012 - Pegação: Organizador de festas sexuais e novo lubrificante íntimo; assista!
   

O entrevistado da 3ª do programa "Pegação" tem cadastro de 200 homens interessados em festas sexuais. Mais detalhes? Só assistindo! Ao ver o programa, você também ficará sabendo se beber urina oferece algum risco de infecção de DST/Aids. 

No quadro "Playground", no qual são mostrados objetos sexuais, a novidade é o óleo lubrificante íntimo à base de silicone. O produto não tem o defeito de secar rápido, problema de grande parte dos géis a base dágua que existem no mercado brasileiro. 

Sexo e cuidado com a saúde é a mistura que há no programa, que faz parte do projeto "Meta na Sua Cabeça - Proteção e Tesão devem andar juntas" . A iniciativa é do site de relacionamentos Disponivel.com em parceria com a ONG Estruturação - Grupo LGBT de Brasília. 

8/2/2012 - Ministério da Saúde veta vídeo com casal gay na campanha de Carnaval; assista!
   

Estava bom de mais pra ser verdade! O Ministério da Saúde vetou a campanha de prevenção a Aids que mostrava um casal homossexual.

O vídeo deveria ser exibido na TV e na internet, como conscientização durante o Carnaval. Nas cenas, dois rapazes estão em uma boate, trocam olhares e carinhos, quando um pergunta ao outro se ele tem camisinha. Com a resposta negativa, surge uma fadinha com o preservativo e a seguinte mensagem aparece no vídeo: "na empolgação rola de tudo, só não rola sem camisinha".

Assim como outros vídeos da campanha, o do casal gay estava no site do Programa de Aids, mas foi retirado do ar. No comunicado à imprensa, o Ministério garantia a exibição dos fimes tanto na TV como na internet. Agora, a determinação parece ser outra. O vídeo com o casal gay será exibido apenas em espaços fechados e que são freqüentados por homossexuais.

3/2/2012 - Campanha do Ministério da Saúde para o Carnaval traz casal gay e travesti; veja
   

A campanha de prevenção à Aids do Carnaval deste ano terá como foco principal jovens gays de 15 a 24 anos. Dando continuidade a ação lançada no Dia Mundial da Luta Contra Aids, em 1º de dezembro, o Ministério da Saúde reforça a prevenção para este público, já que o percentual do vírus HIV em jovens heterossexuais de 15 a 24 anos caiu em 20%. Em gays, desta mesma faixa etária, houve um aumento de 10,1%.

Com a seguinte frase: “Na empolgação pode rolar de tudo. Só não rola sem camisinha. Tenha sempre a sua”, foram feitos cartazes que apresentam um casal gay em meio à folia. Há também, neste ano, uma novidade: um cartaz dirigido às travestis.

Os vídeos da campanha transmitidos na TV e internet também trazem a mesma mensagem. Um casal gay prestes a ter relações sexuais sem camisinha é interrompido por uma fadinha, com uma camisinha na mão. No casal hétero, surgem um siri com o preservativo.

A campanha já começou a ser veiculada. No final de fevereiro, pós-Carnaval, será transmitida uma nova mensagem explicando sobre os procedimentos para o diagnostico do vírus da Aids.

Confira abaixo os cartazes. Em seguida, assista ao vídeo com o making of da campanha com a travesti Adriana K.




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