Desenvolvida pela empresa de biotecnologia Bionor Pharma, uma nova vacina criada para ser ministrada por uma injeção na pele teve sua versão modificada e injetada algumas gotas pelo nariz, o que causou resultados animadores em pacientes com o vírus HIV, gerando assim uma possível substituição das drogas orais.
“Vacinação por injeção requer uma boa técnica e muita prática, do contrário a vacina não atinge as células do sistema imunológico. Agora nós vamos testar se a eficácia é tão boa quando ela é administrada por vias nasais”, afirmou Ga Kvale, um dos responsáveis pelo estudo da vacina Vacc-4x.
Se a imunização por via nasal for eficaz, isso provoca uma melhora no tratamento de pacientes com o vírus HIV, que se mostraram duas vezes mais propícios a não precisarem de outro remédio por, no mínimo, dois anos. A utilização da Vacc-4x também renderia um baixo custo, já que seu procedimento é simples de ser realizado.
Para quebrar a ideia de que gays em relacionamento sério não correm risco de se infectarem com o vírus HIV, o projeto "Meta na Sua Cabeça - Proteção e tesão devem andar juntas", lança campanha com este alerta. A ação tem como título "Amor não protege contra a Aids. Camisinha e diálogo sim".
A campanha acontece virtualmente por meio de banners. Ao clicar no anúncio, o internauta é levado para depoimentos reais de três gays que pegaram o vírus enquanto tinham um parceiro fixo. Em alguns casos, a relação tinha quatro anos de duração. A ideia é incentivar um diálogo franco entre namorados sobre sexo fora da relação para que a prevenção seja algo compartilhado.
O projeto "Meta na Sua Cabeça" é feito em parceria com o site de relacionamentos Disponivel.com e com a ONG Estruturação - Grupo LGBT de Brasília. "É preciso lutar contra a ideia de que só corre risco de pegar HIV quem está solteiro e também a idealização romântica e errônea de que se pode deixar de usar camisinha com o namorado sem, antes, fazer um exame. Pedir um teste de Aids não pode ser visto como uma desconfiança, mas sim como uma forma de cuidar de si próprio e do companheiro", declarou o presidente do Estruturação, Michel Platini.
Blogs e sites podem ajudar a campanha, adquirindo banners da ação disponíveis no site oficial do projeto.
Desde que o tema da campanha de Combate à Aids foi divulgado, com foco na população jovem e gay masculina, surgiram inúmeros boatos de que a Frente Parlamentar em Defesa da Família teria de aprovar o material de divulgação. Quando tal fato veio a público, o ministro da saúde, Alexandre Padilha, desmentiu dizendo que uma campanha de saúde não pode se basear em valores teocráticos.
Pois bem. Hoje, então, foi divulgado o vídeo institucional do Ministério da Saúde de combate à Aids. Além de ter um discurso confuso, que não diz à que veio, os jovens gays não estão presentes. E pior, a Aids é tratada como se fosse um sujeito, que não tem preconceito e atinge a todos.
O vídeo inicia mostrando um jovem aparentemente heterossexual, com uma narração de fundo questionando: "você é? Ele é". Na sequência são mostrados dois jovens supostamente gays, já que o vídeo apresenta dois rapazes com ares afeminados. O narrador diz que eles "não são". Na terceira cena nos deparamos com um belo rapaz, ficamos na dúvida se é gay ou não, e a narração desta vez afirma: "ele é, mas esconde que é". O estereótipo do rapaz também foi pensado para confundir, nem muito másculo nem feminino.
O vídeo apresenta vários tipos de pessoas com a mesma pergunta e resposta. Para, no fim, perguntar: "e você, é? Você é preconceituoso?". A todo momento o vídeo está tratando de pessoas que assumem e outras que escondem o seu preconceito em relação à Aids.
Além de ter um texto confuso e mal desenvolvido, o vídeo traz outro problema: ser todo baseado em estereótipos. Por exemplo, quando diz que o casal não é, assistimos dois jovens gays afeminados, mas não sabemos se eles são gays. Nos baseamos em símbolos repletos de preconceito para deduzir tal fato. Se a ideia da campanha era falar contra o preconceito em torno da Aids, errou feio a se basear em tipos que historicamente são vistos como "vulneráveis" ao contágio do HIV.
O resta é a seguinte pergunta: será que a campanha realmente não passou pelo crivo da Frente Parlamentar em Defesa da Família?
De acordo com uma pesquisa feita com 2.002 pessoas, a pedido do Programa Municipal de DST Aids de São Paulo, 19,2% da população paulistana acredita que homossexuais e prostitutas são os únicos a correr o risco de contrair o vírus HIV.
Do total, 11% dos entrevistados disseram que sempre têm resistência a usar o preservativo. Já 14% declarou as vezes. "Isso mostra que as pessoas acham que não são vulneráveis ao vírus. É importante continuar investindo na ideia de que não há grupo de risco", afirmou Celso Monteiro, coordenador do programa, à Folha de São Paulo.
Outro dado apontado é a demora com que sorospositivos levam para buscar o tratamento após saberem da existência do vírus. "Eles têm medo dos efeitos colaterais e de ter de tomar remédio várias vezes ao dia", explica a infectologista Zarifa Khoury, coordenadora de assistência do Programa de DST/Aids de São Paulo.
Vale ressaltar que a melhor maneira de combater o vírus HIV é impedir sua multiplicação. Para que o tratamento anti-HIV seja mais eficaz, é recomendável iniciá-lo antes que a pessoa tenha alguma doença e que o seu sistema imunitário esteja muito enfraquecido.
No próximo sábado (3), a Prefeitura do Rio promove a maior ação já feita por uma cidade brasileira no combate à AIDS. A ação faz parte do projeto "Fique Sabendo" e é uma das iniciativas em torno do dia 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra a AIDS.
A Secretária Municipal da Saúde e Defesa Civil irá disponibilizar testes de AIDS e Sífilis em 185 postos de saúde e clínicas de família espalhados pela cidade. Normalmente os testes só podem ser feitos nos 12 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs).
A prefeitura investiu cerca de 2 milhões de reais na ação. Espera-se que 30 mil testes sejam feitos no sábado. O objetivo é estimular a população a realizar o exame e monitorar o início do tratamento dos pacientes positivos. Vale ressaltar que todos que fizerem o teste passarão por um aconselhamento antes e depois do exame.
"Quando sabemos por dados UNAIDS que 250 mil cidadãos vivem com HIV sem saber, entendemos a importância da ação da Secretaria de Saúde da Prefeitura do Rio", diz Carlos Tufvesson, coordenador da Secretária da Diversidade Sexual do Rio.
As unidades de saúde estarão funcionando das 8h às 17h. Cerca de 3.200 funcionários participam da ação. Além dos testes haverá distribuição de material educativo e preservativos.
"O nome da ação, 'Fique Sabendo', reforça a importância do combate à ignorância e à desinformação. O poder público oferece os meios para obtenção do diagnóstico e para o tratamento, mas é preciso que o cidadão se conscientize que ele também tem que fazer sua parte, indo a uma unidade de saúde. O maior desafio desta campanha é lutar contra o preconceito", afirma Hans Dohmann, secretário municipal de Saúde e Defesa Civil.
Em dados recentes do Ministério da Saúde, foi revelado que aumentou o número de jovens gays que contraíram a doença em 2010. "Esses resultados deixam claro o desconhecimento em relação a AIDS por parte dos jovens de hoje", diz Tufvesson.
Nas noites do dia 01, 02 e 03 de dezembro, 10 monumentos da cidade ficarão iluminados de vermelho em razão do Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Entres eles o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa e a Câmara Municipal.
Hoje, Dia Mundial de Luta Contra a Aids, é dia de ação social no Disponivel.com. Pelo 4º ano consecutivo, o maior site de relacionamento da América Latina irá reverter a venda de assinaturas GOLD efetuadas entre à 0h do dia 01/12 e à 0h do dia 02, à Casa de Apoio Brenda Lee, que abriga travestis e gays portadores do vírus HIV.
Para contribuir com a campanha, os usuários devem adquirir a assinatura no cartão de crédito, débito ou boleto bancário (neste caso o boleto deve ser emitido e pago no mesmo dia, ou seja, 1 de dezembro).
No ano passado, com o total arrecadadopelas vendas de assinaturas foram comprados 140m² de piso, argamassa e rejunte para a troca do piso da loja e duas escadas; um fogão industrial de seis bocas; uma batedeira de bolo; uma caixa dágua de 1500 litros; um frigobar; e R$ 2.800 em vales compra de gêneros alimentícios e materiais de higiene e limpeza.
Já neste ano, com o valor das assinaturas vendidas, o Disponivel.com irá garantir à casa Brenda Lee um Freezer novo para conservação de alimentos; 25 mantas para o inverno; 1 bancada nova para a cozinha (com 2 cubas) e, se possível, aumentar o valor do vale compra que foi garantido em 2010.
Para Sergio Di Pietro, diretor executivo da Infonet Business, mais do que uma responsabilidade social, o apoio à casa Brenda Lee é uma maneira de mostrar como é importante que todos, de alguma maneira, contribuam para a melhoria de quem se dedica a ajudar quem precisa. Como é o caso de Maria Luiza Martins, diretora da Instituição, que apesar das inúmeras doações e do apoio da comunidade vizinha, ainda enfrenta muitas barreiras para garantir a melhoria de vida àqueles que pretendem se reintegrar à sociedade.
A Casa de Apoio Brenda Lee foi fundada oficialmente em 1992. Após a morte de Brenda, em 1996, Maria Luiza continuou o trabalho da amiga. Atualmente, a Instituição auxilia 12 pessoas, todas portadoras do vírus HIV. Dez voluntários, entre cozinheiras, assistentes sociais e enfermeiras, revezam-se dia e noite e finais de semana para cuidar dos moradores.
Serviço:
Casa de Apoio Brenda Lee
Rua Major Diogo, 799 - Centro - São Paulo
Tel.: (11) 3112-1384 www.brendalee.org.br
Há mais de duas décadas, legitimando o discurso do medo e o da responsabilização individual pela infecção do vírus HIV, o Ministério da Saúde divulgava o seguinte slogan de uma de suas campanhas de prevenção à Aids: "Se você não se cuidar, a Aids vai te pegar". De lá para cá muitas coisas mudaram no discurso e na prática cotidiana institucional e política de enfrentamento da epidemia, especialmente devido à mobilização dos movimentos sociais voltados à defesa da vida.
Hoje sabemos que somos referência mundial no tratamento e na assistência às pessoas vivendo com HIV Aids, assim como temos tido exemplos de bastante sucesso no campo educativo-preventido. Porém, ainda há muito que transformar, seja no âmbito governamental, como no do movimento social.
Apesar dos alertas, muitos continuam desrespeitando a máxima "use sempre camisinha", e aqui estão os conservadores e os mais revolucionários. Para esta atitude de desobediência não há limites de classe, raça, sexo, gênero, sexualidade, ideologia, religiosidade, santidade, idade e etc. Mas, é preciso reconhecer que o não cumprimento desta ordem não atinge todas as pessoas da mesma maneira. Sim, há pessoas que estão em contextos (materiais e/ou subjetivos) mais vulneráveis a infecção. Isso não é o mesmo que pensar no ultrapassado e preconceituoso conceito de grupo de risco, mas pode nos ajuda a refletir sobre responsabilidades compartilhadas em relação aos processos de enfrentamento da doença e, ao mesmo tempo, a constante necessidade de mudança no foco moral que persegue a epidemia desde a sua popularização.
Mesmo sabendo que podemos morrer de muitas formas, que não necessariamente doentes de Aids, não é simples relativizar o medo e o pânico que há muito tempo rondam a temática desta doença, especialmente entre parte daqueles que tem vivências do gênero e da sexualidade tidas como "não normais", "perigosas", "promíscuas" ou "não responsáveis". Um dos desafios ainda continua sendo o mesmo de muitos anos atrás: não fazer com que a doença nos torne menos ousados e inovadores em nossas práticas sexuais! É preciso reforçar a idéia de que a Aids não existe para nos alertar dos limites que possivelmente foram ultrapassados por aquilo que chamam de imoralidade ou senvergonhice.
O erro histórico em relação a Aids foram os processos de patologização do desejo, criminalização dos prazeres e hierarquização dos gozos; como se existissem culpados e inocentes em relação aos fluxos libidinais que foram apontados como responsáveis pela doença. A caça às bruxas mantida contra gays e a perigosa moralidade que criou uma falsa idéia de proteção para os heteros ainda respingam em nossos dias, alimentam parte dos discursos estigmatizantes e mantêm os obstáculos no enfrentamento da epidemia e na defesa da vida.
Porém, não defendo a idéia de que o estigma tenha que ser eliminado, de que os estranhos e subversivos tenham que entrar em uma lógica moralizante para mostrar que são iguais aos outros e merecem os mesmos status. Não. O inverso se faz urgente. É preciso denunciar que não há quem escape a estigmatização da desobediência às práticas tidas como saudáveis, morais e responsáveis no âmbito da vivência da sexualidade. Porque o desejo (seja de quem for) não corresponde a lógicas necessariamente e exclusivamente racionais, morais e saudáveis. Como, já no final da década de 1980, nos ajudou a refletir o poeta e antropólogo Néstor Perlongher em seu livro "o que é Aids", a questão é a de pensarmos em um instável compromisso entre risco e gozo, sujeito ao vaivém do desejo. E, mais do que viver estas experiências do desejo com culpa e peso na consciência, é preciso vivê-las com alegria. Segundo ele, "seria paradoxal que o medo da morte nos fizesse perder o gosto da vida".
Este pensamento pode parecer perigoso demais. Muito irresponsável. Quase um incentivo ao não uso do preservativo. Ameaçador a saúde pública. Coisa só de promíscuos e pervertidos. Mas, vejamos, em se tratando do não uso da camisinha, também não fazem uma opção em prol do compromisso entre gozo e risco aqueles e aquelas que seguem as regras papais, que acreditam no casamento santificado e protegido via as palavras dos pastores, quem se vê protegido demais pelo sobrenatural, quem aposta no amor, quem confia na aliança, quem defende o sacramento, quem apela a Deus, quem acredita sem limites nas palavras do outro, quem defende o amor romântico, quem testa a sorte? Seríamos todos perigosos, irresponsáveis, promíscuos e fonte de ameaças? Quem seriam os seguros, protegidos e responsáveis? Neste contexto, o maior risco é o de continuarmos acreditando na divisão moralmente construída de que existem sexualidades boas e ruins.
Como grande defesa da vida e alimento às nossas lutas, inclusive a do enfrentamento da Aids, que envolve o incentivo ao uso do preservativo (masculino e feminino), devemos valorizar o desejo, sem tomá-lo como inimigo. Os imponderáveis que ele envolve não são as maiores ameaças. O perigo está em tentar anulá-lo. Como escreveu Néstor, "a vida não se mede apenas como quer a intuição médica, em termos de prolongação da sobrevida (ou da agonia), mas também em intensidade do gozo. A dimensão do desejo não deveria ser negligenciada, se é que se trata de salvar vidas". Se "a vida é mais forte do que a Aids", como diz o slogan de uma das campanhas mais recentes do Ministério da Saúde, também é verdade que a Aids não vai acabar com o desejo e os seus caminhos variáveis, às vezes mais, às vezes menos controláveis.
*Tiago Duque é sociólogo e tem experiência como educador em diferentes áreas, desde a formação de professores à educação social de rua. Milita no Identidade - Grupo de Luta Pela Diversidade Sexual. Gosta de pensar e agir com quem quer fazer algo de novo, em busca de um outro mundo possível.
De acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde, o vírus HIV aumentou entre jovens homossexuais de 15 a 24 anos.
Em 1990, a Aids correspondia a 25,2% dos homens infectados nesta faixa etária. Agora, em 2011, o número aumentou para quase o dobro, chegando em 46,4% de infectados.
Devido a esses dados, a campanha de 2011 em combate ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, que acontece no dia 1º de dezembro, será focada em jovens gays.
"Estamos buscando entender os aspectos de vulnerabilidade dos jovens gays, e quando falamos neles, também temos que falar dos (sic) travestis. Temos uma preocupação específica com isso, com entender a vulnerabilidade desse setor. Achamos que para esse público não falta conhecimento: 95% deles sabem que a melhor forma de prevenir a Aids HIV é a camisinha", afirmou Alexandre Padilha, ministro da saúde.
Mulheres entre 13 e 19 anos também terão destaque nesta campanha. Segundo relatório, essa faixa de idade é a única em que há mais mulheres infectadas pelo HIV do que homens. Geralmente, meninas dessa idade acabam cedendo à pressão do parceiro em fazer sexo sem camisinha.
Se os partidos não dão mais conta de controlar os corpos e educá-los, são as igrejas hoje que se pretendem tal missão. Basta analisarmos os discursos e as posturas destes grupos no âmbito da sociedade e no congresso nacional. O objetivo principal destas organizações é controlar o comportamento, as relações sexuais e afetivas, controlar o mercado financeiro.
Não se enganem, trata-se de um projeto de sociedade e de poder que está em jogo e o governo Dilma só tem feito alimentar e fortalecer tais agrupamentos. Se não, voltemos ao começo do ano, quando o governo cedeu aos fundamentalistas e derrubou o kit escola sem homofobia e desde então só tem cedido para estes sujeitos. Agora é a campanha de Aids que terá de passar pelo crivo da bancada familiar/ evangélica.
Também não podemos esquecer do fato que envolveu Teresa Cruvinel , ex-diretora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que foi derrubada ao retirar do ar os programas religiosos. Teve até senador PTista que foi defender a volta dos programas religiosos. Também não se pode esquecer que até o hoje o gabinete presidencial não deu qualquer sinal de apoio à criminalização da homofobia.
Hoje, Garotinho e Crivela negociam a entrada de programa evangélicos na grade do Canal Brasil, pois é...
O próprio governo federal, aos poucos, vai criando a sua cova, não percebe que o seu Real inimigo está em sua base aliada (?), os fundamentalistas que chamaram a presidenta Dilma de terrorista e lésbica, como demérito e não ao contrário.
Hoje quem planta uma futura teocracia no Brasil é o próprio governo federal... Será? Vamos torcer para que não.
Sacha Baron Cohen, que já interpretou o intrépido Borat e o afetadíssimo Brüno, foi o escolhido para dar vida a Freddie Mercury nos cinemas. Sacha será o protagonista do filme que contará a história do cantor.
A trama deve retratar o sucesso de Mercury à frente da banda Queen até a sua morte, em novembro de 1991, em decorrência da AIDS.
Brian May, Roger Taylor e John Deacon, membros da banda, liberaram os direitos autorais de suas músicas, para que elas possam entrar na trilha do longa. O roteiro já está sendo escrito e as gravações terão início em 2012.
"Freddie Mercury foi um artista inspirador. Com Sacha no papel principal, o roteiro de Peter (Morgan) e o apoio do Queen nós temos a combinação perfeita para contar a história por trás deste sucesso", declarou o produtor Graham King ao site "Deadline".
Graham acredita que quem está acostumado a ver Sacha em papéis de comédia irá se surpreender com seu potencial dramático. "Ele é muito talentoso, e você vê um lado dele em Hugo (filme de Martin Scorsese que estreia em 23 de novembro nos EUA) que nunca foi visto antes. Muito emotivo e sincero", disse King.